jotofi



segunda-feira, 27 de julho de 2009

FRASES QUE MARCAM




Existem frases que traduzem fortes mensagens e contribuem para nosso aprendizado. Muitas vezes, alguns oradores fazem questão de mencionar frases de efeito, as quais podem servir de referência para a vida de cada um de nós. Mas como interpretá-las em seu sentido mais amplo? Como podemos aprender com elas?
“Quem pede recebe e quem se desloca tem preferência”. Essa frase se constitui em uma referência no sentido de que não podemos ficar esperando as coisas acontecerem. Temos que nos deslocar para termos a preferência em receber. Sair da zona de conforto e não se acomodar nunca.
“Os últimos serão os primeiros”. Desde que não sejam retardatários, os últimos poderão ser os primeiros, mas deixar tudo para a última hora não é mais vantagem competitiva em um mundo globalizado que exige postura pró-ativa das pessoas. É tudo questão de ter ou não compromisso com o trabalho, com a causa que está em questão e até mesmo com a própria vida pessoal e profissional.
“Nós nem sempre temos aquilo que queremos, mas se lutarmos teremos o que precisamos”. A vida de qualquer ser humano deveria ser pautada no “ser” e não pelo “ter”. Isto posto, lutar pelo que você necessita é fator primordial para uma vida feliz. Diga não ao materialismo, não ao exibicionismo e lute pelas coisas simples e eficazes que contribuem para o engradecimento de sua personalidade.
“Somos aquilo que costumeiramente fazemos”. Nosso comportamento expressa na maioria das vezes aquilo que somos. Isto está implicitamente ligado ao provérbio que diz: “Digas com quem tu andas e eu te direi quem és”. Olhe ao redor e veja quem lhe acompanha, examine seu comportamento e verás que és um reflexo disso tudo.
Finalmente, saiba que cada um pode escolher o que semear, mas a colheita só será feita daquilo que foi plantado.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Conhecendo os Numerati



A era da informatização criou um mundo virtual dentro de um mundo real e nesse contexto, cada vez mais, matemáticos e estatísticos vasculham as trilhas navegadas de tal modo que podem acompanhar que portais estamos acessando e identificar demandas potenciais em função de nossa navegação pelo mundo da internet.
O mundo dos numerati é constituído de uma varredura completa daquilo que vemos na internet, e do que vemos, decompor em partes e a partir daí calcular e agregar valores potenciais às demandas espontaneamente por nós registradas nas diversas páginas em que navegamos.
A pergunta que se faz é: Será que esses números quantificados em função de incontáveis varreduras daquilo que os internautas vêem realmente refletem a expressão dos anseios e necessidades de cada pessoa? A resposta é que nem sempre expressam a realidade, muito embora, possam induzir potenciais demandas de consumo por parte daquelas pessoas ávidas por inovações de mercado.
Um modo bem mais simples, mas com muitas limitações, principalmente quando é o caso de se divulgar coisas boas, é a informação de boca em boca, em que pese a sua lentidão. Partindo desse princípio é que os numerati, agilizam uma série de informações de diferentes pessoas que acessam a internet, e tudo isso com muita rapidez. São banco de dados, currículos, projetos, blogs, páginas de Orkut, e por aí vai.
Se imaginarmos páginas de relacionamento como Orkut, isso por si só, constitui uma inesgotável fonte de informações para os numerati, pois trata-se de uma rede social aberta, acessível a coleta e tabulação de dados.
Agora é preciso saber que números por si só ainda são incompletos. O importante é tomar conhecimento do que realmente esses números querem dizer, ou seja, tomar conhecimento do que está por detrás dos números. Se antes, ao escrever um artigo, ou até mesmo um livro a preocupação maior era saber se as pessoas gostavam, hoje para ter essa resposta é necessário saber quantas pessoas viram tal artigo ou tal livro na internet. É isto mesmo que você está pensando caro leitor! O futuro está nos números e naquilo que eles querem dizer, e isso cada vez mais vai ser utilizado para identificar demandas e para o próprio benefício das pessoas.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

PARA VOCÊ REFLETIR




Já tive a oportunidade de mencionar por diversas vezes da necessidade que todo profissional tem, de se dedicar a tirar alguns minutos durante o dia para fazer reflexões sobre sua postura e suas atitudes. Convido você, caro leitor, a compartilhar comigo alguns desses pontos.
Não basta ter um sonho de vida, mas antes de tudo lutar muito por sua realização e para isto acontecer, mais do que nunca, você deve acreditar no seu potencial. Pré-requisito número um para concretização deste sonho: invistir na educação e consequentemente na aprendizagem contínua.
Se você pensa que trabalhar com pessoas melhores do que você é coisa de outro mundo, fique sabendo que é com elas que você terá muito a aprender. O resultado não ocorrerá como decorrência de uma sorte ocasional, mas sim do fato de que você pode se dedicar a fazer o melhor possível e até mais do que o possível. Isto se chama vontade.
Quando tudo lhe parecer obscuro e enfadonho de maneira tal que o tédio vira rotina, pense que a mudança pode lhe fazer bem e veja que o limite de partir para o novo, ou o inusitado, está na divisão da realização e acomodação. Ao optar pela primeira, novos horizontes aparecerão bem como novos desafios. Caso insista em manter a segunda, ficando em sua zona de conforto, a mudança poderá até surgir, mas o tempo será o senhor da razão. Isto se chama atitude.
Nunca diga que a sorte lhe falta. A sorte é um somatório das oportunidades que aparecem com suas competências para colocá-la em prática. Repare que muitas vezes, nesse momento, uma idéia que lhe surge, aparentemente sozinha nada significará, mas se ela surge em decorrência da identificação de uma determinada necessidade de mercado, é o momento de desenvolvê-la e montar um negócio de sucesso. Isto se chama empreender.
Finalmente, realização não é ter, é ser. Realização é o somatório de seus sonhos, mais suas possibilidades, com sua lucidez e com o estímulo do meio em que você vive. Procure vencer os desafios que se apresentam. Não se preocupe com o sucesso, ele virá com o decorrer do tempo. Isto se chama realização profissional.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Quando pedir ajuda se torna oportunidade de aprender






Normalmente quando você procura um dado endereço a ajuda de alguém se torna a oportunidade certa para aprender e consequentemente chegar ao seu destino. Isso mesmo, pedir ajuda é sempre momento importante para se aprender. Logicamente é preciso saber a quem, como e quando pedir essa ajuda.
Antes de tudo, tenha muito cuidado para não protelar o pedido de ajuda e desse modo transformar o que seria a possível solução em um problema. Diria mesmo que a solicitação poderia ser feita como um pedido de sugestão, pois isto deixaria a outra pessoa mais a vontade. Então, peça uma sugestão em vez de pedir ajuda.
A iniciativa que você deve ter para alcançar a informação para resolver algum impasse em seu trabalho ou em suas relações interpessoais, deve ocorrer de modo a que venha superar receios e proporcionar melhores resultados em sua vida. Logicamente para alcançar sucesso nesta ação, o primeiro passo é saber ouvir as pessoas, depois ter humildade e saber que pedir ajuda a um colega muitas vezes é uma questão de sobrevivência e um teste de humildade para cada um de nós.
Em determinados momentos, você pode solicitar uma opinião ou até mesmo uma ajuda mesmo que não esteja precisando. Isso é um ato de sabedoria, pois irá levá-lo a uma reflexão sobre o assunto. Veja a situação quando você vai comprar uma roupa e a pessoa que lhe atende diz: Em que posso ajudá-lo? Ela será até mesmo capaz de lhe sugerir uma roupa que seja mais adequada a você do que se fosse você mesmo que escolhesse.
Finalmente, é bom lembrar que em toda solicitação de ajuda a confiança é a base de tudo e que a informação é a solução. Falando nisso, você já deve ter se aborrecido com os serviços de telemarketing onde os atendentes são frios e parecem um robô. Não seria melhor um atendimento personalizado, onde você como cliente fosse tratado com respeito e tivesse seus anseios e necessidades atendidos? Posso ajudá-lo?




sexta-feira, 26 de junho de 2009

Essa tal resiliência




É fato muito comum nas pessoas que participam de palestras com o tema “motivação”, ou até mesmo daquelas que leram livros de auto-ajuda, questionar o motivo pelo qual é tão difícil colocar em prática o que poderíamos chamar de modismos no comportamento das pessoas em uma organização.
Isso pode acontecer com o tema liderança, ou com o tal de feedback (realimentação), mas acontece principalmente quando se aborda o tema resiliência. Antes de tudo é necessário saber o que significa resiliência. Na física significa propriedade que alguns materiais têm de acumular energia, quando submetidos a um esforço e, cessado o esforço, retoma ao seu estado natural, sem sofrer deformações permanentes. Esse conceito foi modificado para ser trabalhado junto ao processo organizacional, e aí configura pessoas que sofrem crises, enfrentam mudanças ou situações de forte estresse e conseguem "dar a volta por cima", transformando sofrimento em competência.
Até aí nada de novo, pois pessoas com estes atributos sempre existiram. Agora a preocupação maior daquelas pessoas que indagam com aplicar esse posicionamento na prática. Sabemos que hoje, mas do que nunca as empresas trabalham por resultados. Daí aparecem os desafios, a adrenalina sobe, a competitividade eleva o nível de estresse dos colaboradores, mas é preciso manter a calma, saber aonde quer chegar e buscar as melhores soluções para os problemas enfrentados.
A resposta para aqueles que dizem que não conseguem está em adotar uma atitude. Nessa vida tudo é uma questão de atitude, e, diga-se de passagem, para pessoas resilientes a atitude deve ser positiva, de tal ordem que o foco das ações deve se concentrar nas possíveis saídas para resolver os problemas que se apresentam no cotidiano do trabalho.
A resiliência sempre conduz o profissional a adotar atitudes e com isso força-o a sair da zona de conforto. Flexibilidade é palavra-chave para ser resiliente. Supere-se, cresça sempre em bases sólidas. "Você pode falhar muitas vezes, mas só será realmente um fracasso quando começar a culpar os outros."
Knox Manning

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sobre o trabalho




Poderia iniciar o artigo de hoje dizendo que em termos de trabalho, somos aquilo que fazemos. E trabalhar nos dias de hoje é mais do que uma rotina diária, mas uma celebração ao prazer de se fazer algo. Gonzaguinha, um dos mais renomados compositores brasileiros, compôs a letra e música de “Trabalho e festa”, onde está escrito: “Pro homem pra quem o trabalho é festa. Todo dia é de festa é mais mió, porque a sua festa é a sua vida e o fruto do trabalho é mais maior. É toda recompensa de esforço. É a alegria no derrame do suor”. O trabalho é o cartão de visita de cada um de nós, pois confere dignidade, cidadania e contribui para que cada um dê sua contribuição ao desenvolvimento pessoal, social e econômico.
O trabalho apresenta diversas formas. Na era industrial se caracterizou por ser braçal, no qual a força era o diferencial, privilegiou em muito os homens em detrimento das mulheres. Hoje, em tempos de inovações tecnológicas constantes, o trabalho intelectual passou a ser um diferencial para os trabalhadores do conhecimento. É justamente aí que a criatividade passa a ser o combustível que alimenta a motivação diária do trabalhador.
O trabalho intelectual, diferentemente do trabalho físico, requer um maior espaço de tempo para pensar, para aprender, mas da a liberdade necessária para criar, e a medida do tempo nem sempre é realizada em horas, minutos e segundos. O trabalho físico, requer menor tempo para aprender, não estimula a criatividade do trabalhador e exige na maioria das vezes um lugar determinado para sua realização.
Por sua vez, o estilo de trabalho criativo de um artista comparado ao de um gestor que desempenha um cargo executivo, pode ser visto de várias maneiras. Uma delas, diz respeito as regras impostas para a execução destes trabalhos. Para quem cria, como o artista, as regras se tornam combustível essencial para buscar o novo, o diferente, o inusitado, enquanto para o gestor, elas sinalizam o limite e a tolerância que normatizam o trabalho.
Finalmente, o trabalho pode ser visto ao longo do tempo em duas situações distintas: Ontem, a riqueza de uma pessoa não depende das terras que ela possui (revolução industrial), mas sim de sua capacidade. Hoje, a riqueza de uma pessoa está intimamente ligada ao seu capital intelectual e menos ao que ela possui materialmente.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O vendedor de cachorro quente e a crise




Nos últimos dias, os noticiários da mídia de modo geral, voltam a falar em crise e que o Brasil está em recessão. Logo me veio a mente o caso de um senhor que vendia o melhor cachorro quente da cidade em uma praça em frente a um dado estabelecimento de educação. Tudo era o que tinha de melhor: pão, salsicha, batata palha, etc. Em um dado dia, o filho dele que estava para se formar, disse: “Papai, olha a crise aí! Procure comprar produtos mais baratos que a coisa ta ficando preta”. O pai apavorado seguiu a recomendação do filho, e de repente, todos os fregueses sumiram, pois ele passou a vender um cachorro quente com produtos de menor qualidade e aí o final todos já sabem.
Lição número um: A insegurança alimenta a crise, bem como o pessimismo. Ao passar a vender seu cachorro quente com produtos de segunda categoria, boa parte da clientela fugiu porque viu que o padrão do produto por ele vendido caiu bastante.
Lição número dois: A má comunicação gera ansiedade e isto leva ao medo e consequentemente ao fracasso. O padrão de qualidade daquilo que você faz é a sua referência e gera fidelidade por parte dos clientes. Pessoas com medo podem fantasiar situações futuras negativas, podem ter sérios impactos em sua motivação e comprometimento
Terceira lição: Momentos de crise exigem união. Cercar-se de pessoas com pensamento e atitudes positivas é fundamental para não deixar o ânimo cair e se abater pelo o que não aconteceu. O que acontece é que a crise gera oportunidades, e nesse exato momento seguindo uma curva senóide, a economia mundial está em transição de uma economia globalizada pós-industrial para uma economia complexa, aonde o conhecimento e o capital intelectual irão fazer a diferença.
Se o grande vendedor do melhor cachorro quente da cidade tivesse lido as recomendações de Peter Drucker, o guru da administração ele veria esta pérola: “Nada é mais inútil do que fazer com eficiência extraordinária algo que não precisaria ser feito de jeito algum.”